sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Estreia de "Nunca Nada de Ninguém", de Luisa Costa Gomes

No âmbito das comemorações do 159º aniversário da SFIA, o Cénico da Incrível Almadense estreia, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 21,30h, no Salão de Festas da SFIA, a peça "Nunca Nada de Ninguém", de Luisa Costa Gomes, com entrada livre.

Uma crítica inteligente aos costumes e à sociedade portuguesa dos anos 80. A paranóia, o vazio, o quotidiano e as psicoses de cada um, materializados numa excelente sátira para nos rirmos de nós próprios.
Ficha Técnica:
Autor - Luisa Costa Gomes
Dramaturgia - CIA
Encenação - CIA
Interpretação:
Carlos Cordeiro
Elsa Dias
Michelle Rocha
José Ganhão
Francisco Gonçalves
Patricia Santos
Mariana Loução
Pedro Manaças
Silvia Farinha
Vinicius Silva
Patricia Manaças
Evaldo Rodrigues
Ana Martins
Sónia Caiado
Philipe Brito
Sofia Costa
Apoio de palco:
Catarina
Carolina
Cláudio
Andreia Freire
Grafismo - Vinicius Silva
Figurinos - Alice Rolo
Cenografia - CIA
Som e Luz - José Carlos Santos
Produção Executiva - CIA

"As Vedetas", de Lucien Lambert

No âmbito do 159º aniversário da SFIA , o Cénico da Incrível Almadense repõe em cena a peça "As Vedetas", de Lucien Lambert, no próximo dia 27 de Outubro de 2007, pelas 22h, no Incrível Club (antigas instalações do cinema), com entrada livre.

Recorrendo à ironia, Lucien Lambert leva-nos ao riso nesta comédia em que duas actrizes rivalizam, sem tréguas, para conseguirem “O Papel”. Com posturas e métodos opostos, encontram-se, sempre, em situações de casting onde ou estão a representar, uma para a outra, o “papel” da amizade que as une, ou um “papel” para o realizador/encenador. E, neste jogo, expõem os seus sonhos, as suas paixões, as ambições, as desilusões e desencantos.

Ficha Técnica:

Autor – Lucien Lambert
Tradução – Gaetan Martins de Oliveira
Encenação - CIA
Interpretação – Andreia Freire e Sónia Martins
Dramaturgia e figurinos – CIA
Luz e Som – José Carlos Santos
Cenografia – CIA e Joaquim Brás
Produção executiva: CIA

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Acontece...

Numa das saídas do Cénico, a ida ao Torrão do Alentejo, ou melhor dizendo, a vinda, ficou registada na memória de todos. A actuação correu bem, com as pequenas e costumeiras alterações ao texto. Quando chegámos à Incrível Almadense e começámos a descarregar o material, demos por falta de duas gavetas pertencentes a duas pequenas mesas. Ao comentarmos o facto, o motorista da camioneta de caixa aberta disse, no seu irrepreensível sotaque alentejano: “Eu bê me pareceu que tinha ôvido um barulho na curva, mas nunca pensara que foram as gavêtas”. Quem teve o maior desgosto em relação às gavetas foi o Ganhão porque na actuação seguinte, quando se preparava para consultar as cábulas, onde estava apontada toda uma conversa telefónica, verificou, para seu espanto e desespero, que a gaveta não estava lá... E como quem não sabe, inventa, começou a bater no telefone enquanto ia dizendo: “Estou? Estou? Está lá? Esta porcaria está avariada! Não se ouve nada! Estou? Os telefones da PT são sempre a mesma porcaria”. E o monólogo não se prolongou mais porque ele teve calma suficiente para se encostar o máximo à lateral e escutar o ponto.